O que move o ser humano senão a vontade.
Vontade de crescer, vontade de ter, vontade de ser.
A vida é movida de vontades.
Cada um tem a sua.
Mas, qual o sentido da vida?
Olhando meu pai no portão, sublimei o sentido.
Com olhos cheios de alegria, sem importar com resultados, sem cobrar vitórias. Alegre, pelo fato de estar ali e poder me abraçar e deixar transparecer a alegria pelo simples fato de estar ao meu lado num momento difícil; alegre por ter uma filha que se move por desafios, por vontades e perseverança. Ele alegrou-se, aliviou-se.
O sentido da vida, ali se fez sublime.
O amor, simples. Desprovido de cobranças, orgulhoso pelo simples existir.
Servir, sem esperar retorno.
Amar.
Meu pai me agradeceu ao fim dessa batalha pela lição de coragem e de força. Eu o agradeci por me ensinar num simples sorriso e num puro gesto de alegria, antes de qualquer resultado, que o sentido da vida não está nas vitórias ou nas conquistas em si, mas no mover constante e na alegria sublime de amar.
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