22 de mai. de 2008

Não adianta querer mandar no coração...
Ainda mais quando ele muda de dono!

18 de mai. de 2008


Acho que qualquer coisa que eu diga sobre a nossa amizade pode parecer clichê...
As farras, as descobertas, as desavenças, as viagens, as aventuras, as filosofias, os segredos, os desesperos, as dúvidas e as inseguranças, os choros, as palavras salvadoras, as sugestões inovadoras, a socialização, as terapias, as alegrias, as amizades em comum, os sonhos compartilhados, a torcida sincera, as opiniões, as novidades, a possibilidade de se espelhar, a identificação, a discordância, a aceitação, a incondicionalidade, a irmandade.
Mas tudo o que realmente significa cada uma dessas palavras não é nada clichê... Ainda mais quando elas saem de experiências reais da nossa amizade. E não de frases feitas, usadas, acabadas.

Como é bom passar por tudo isso e não estar só. A gente não se deixa ficar só! Como é bom viver em adição. A gente sempre se adiciona!

Salve o dia 19 de maio! Hoje quem tem a comemorar sou eu, pois ganhei a Fab´s! Não por ser perfeita, pois ninguém é, e não por ser “a” melhor, porque isso é relativo. Mas por ser o clichê mais real, presente, fiel e verdadeiro na minha vida! Amiga, irmã, camarada.

Hoje te desejo tudo de bom, e no que precisar pra conquista o tudo, você sabe que pode contar comigo.

Obrigada por existir, sempre e sempre e sempre!

13 de mai. de 2008

Cirrus



Cirrus
Núvem leve
No corpo
Vento breve

A luminosidade
Deixo que me cegue

O movimento
Observe

A calma
Que me carregue!

8 de mai. de 2008

Vivendo em espirais


Caos é um ciclo

Perturbação grave
Mudança
Adaptação à nova condição
Ordem

Caos é transformação


Apesar de ser um ciclo
Ele não retorna ao estágio de origem
Mas sim ao ponto que se afasta do começo
Um estágio superior

Caos é evolução

1 de mai. de 2008

História de um amor


Estudando as mudanças no mundo do trabalho conheci o Gorz como um filósofo francês, pupilo de Sartre, de extrema esquerda, pensador da ecologia política e do anticapitalismo, defensor da não coisificação do trabalho e outras tantas questões sociais e políticas.

Mas ele poderia simplesmente ter passado batido como tantos outros filósofos e estudiosos do trabalho que tenho estudado ultimamente se não fosse por seu último livro que caiu nas minhas mãos essa semana e que não tem trabalho ou capitalismo como pauta, mas sim... O AMOR, puro e verdadeiro, essencialmente.


Carta a D. - História de um amor, me deixou estacionada por 1hora e 20min da minha semana atribulada. Li em uma sentada.


O livro é uma linda declaração de amor do autor, antes de morrer, à sua maior e única companheira. Não seria tão intrigante, existencialmente e romanticamente questionador se não fosse pelo fato de André Gorz (84 anos) e sua mulher Dourine (83) terem sido encontrados abraçados em sua casa onde se suicidaram juntos no ano passado, depois de quase 60 anos de união. "Se tivéssemos uma segunda vida, iríamos querer passá-la juntos".


Recomendo.