31 de ago. de 2011

O que não mata...

Aos 19 anos, no meu vã crescimento e amadurecimento, li uma matéria sobre Resiliência numa revista feminina. Trazia a explicação física do termo, onde tem sua origem, como a capacidade de uma matéria sofrer uma grande influência de temperatura ou pressão e voltar à mesma forma inicial. A psicologia se apossou desse terno para definir a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico.

A matéria trazia exemplos de uma esportista que perdeu partes do corpo, e continuou no esporte a sua maneira; pessoas que perderam tudo e se reergueram; doenças gravíssimas que não fizeram perder as esperanças; mortes que não impediram de continuar... Enfim. Eu recortei a palavra, colei num quadro e disse: "quero ser assim".

A vida deu mtas voltas... Tive todas as provações normais que uma garota pode ter nos seus vinte e poucos anos. Fui imediatista com os resultados, ansiosa com a vida, entendi mta coisa errado. Os vinte e pouco passaram sem mtas surpresas.

Busquei terapia, livros, conversas, espiritualidade, reflexão. Sempre tentando encontrar um caminho para construir meu caráter, meus princípios, minha força.

A vida me trouxe uma provação nos ultimos dias, pela qual nunca imaginei passar!

Minutos dps da provação, que obviamente me fez gritar, socar, enfurecer (afinal sou HUMANÍSSIMA), eu agradeci. Valeu ao universo por me trazer essa prova!

Essa provação me mostrou uma infinidade de coisas que eu nem ao menos havia questionado na minha vidinha pacífica!

Diante desse problema, eu vi que eu não sou resiliente...
Tenho que inventar um novo termo para o que sou. Afinal, eu não voltei ao estado anterior...

Eu estou mto melhor.

30 de ago. de 2011

Sem respostas

"Amor às vezes é tão irracional que busca compreender o incompreensível.
É, tem coisas na vida que são inexplicáveis."

10 de ago. de 2011

Qndo Deus aparece

Esse título é inspirado numa crônica da Martha Medeiros (amo), que me fez pensar em situações em que Aquele, que é invisível aos olhos, aparece.

Pra mim, Ele aparece todos os dias! Especialmente num gesto gratuito de gentileza. Qndo me dão passagem no trânsito (e com sorte até um sorriso), ou um ato qlq de amizade inesperado. Qndo abro a janela, de manhãzinha, e o sol está brilhando forte na copa das árvores, iluminando de amarelo o que há pouco estava um breu (mesmo que às vezes meu humor ao acordar me cegue diante Dele, Ele está ali pra dar Bom Dia pra mim).

Mas eu tenho as minhas formas favoridas de qndo Ele aparece...
O por-do-sol é um dos meus favoritos! Ele adora aparecer na natureza... Eu sempre O vejo por aí! Na lua cheia, no jardim florido, no contraste do céu... No mar!
Ao ouvir uma música que gosto, ou ler algo que me surpreendo, qndo eu aprendo algo novo que me faz evoluir. Compreender me faz ver Deus!

Ele aparece qndo num abraço forte me encontro em paz. E qndo uma criança sorri tb, aliás... Ele tb aparece qndo um cahorro abana o rabo e "sorri", do seu jeito! Adoro! Eu sempre sorrio pra Ele!

Deus aparece muito, afinal.
E só não vê, quem não tem olhos para isso...