
Nos últimos dias assisti a 2 filmes: Cisne Negro e Lixo Extraordinário, ambos indicados ao Oscar desse ano.
Incrível como ambos mexeram com muita coisa dentro de mim.
O primeiro trata do inferno psicológico, o auto-boicote, a loucura em que podemos meter a nós mesmos, sem perceber, quando nos entregamos a neuras, inseguranças, medos, ranços.
O segundo é o perfeito inverso. Em formato documentário, o filme trata de resultados fantásticos conseguidos por meio da criação, imaginação, experiência e abertura de si mesmo para o mundo, para os outros.
Ambos tratam de dar resultado à aquilo que existe dentro de si. O resultado pode ser catastrófico, ou não. Parece uma escolha, parece simples... Mas é isso que me intriga.
A minha luta diária é deixar que aquilo que existe dentro de mim se manifeste, se manifeste positivamente, traga resultados visíveis, grandiosos. Mas não é fácil... Principalmente, quando a porta de acesso parece trancada.
Uma questão que vem povoando meus pensamentos ultimamente é a seguinte: a vida é feita de experiências. Cada um quer passar por uma ou outra experiência determinada. Mas poucos percebem que as experiências pelas quais passamos somos nós os responsáveis, somos nós que propiciamos, e não nos é dada de mão beijada, como muitos esperam.
Talvez seja simples.
Afinal, é uma porta que se abre pelo lado de dentro.
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