
"A duração da paixão de um homem é proporcional à resistência oferecida pela mulher." – Balzac
Será???
Até quando os jogos de sedução, de obstáculos e de encenações devem povoar os relacionamentos para que eles sejam interessantes?
A sintonia do sentimento verdadeiro e recíproco não é tão afrodisíaco quanto a dúvida, o desafio, ou até a insegurança? Precisamos mesmo jogar para manter acesa a "chama da paixão"?!
Um pouco de mistério, uma reserva (necessária) do íntimo, vá lá.
Mas esses jogos de resistência são exaustivos...
Um comentário:
estranho... toda vez q entro aqui tem um rabisco interessante...
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