Que mistério guardará o seu olhar?
Olhar intrigante, sensual e impossível de não se perceber diferente.Você tem os olhos profundos, caídos no canto e profundos. Eles me hipnotizam, e de profundos me perco diversas vezes tentando decifrá-los.
Quando me perco, encontro o menino que me encantou aos 17 anos. Menino questionador diante de tantas coisas que a vida propagandeava e ainda não as conhecia. Daí me deparo com a menina, metida a mulher, que com você foi buscar as sensações da vida que os adolescentes procuram e quando encontram se tornam mais cúmplices, mais adultos, ou mais adolescentes...
Esse olhar mudou, o preenchimento e a cumplicidade ora dava espaço pro vazio ora dava espaço pra mais questionamentos. Agora mais profundos, mais adultos, mais inquietantes e muito menos acolhedor.
Quando me perco no seu olhar passam filmes na minha cabeça que não me ajudam a encontrar. A chuva, a toalha e o futebol; o “eu te amo” “vc não me ama, não sabe o que é o amor”; o “eu te amo e agora, eu sei”; o primeiro mês e São Francisco; o primeiro ano e o São Colorado; a goiabada com queijo; a 1a salada e o 1o suco; os sonhos e planos; a aventura no meio da Bahia; a aventura do outro lado do mundo; os beijos proibidos; os amores arrepiantes; as histórias excitantes; as loucuras errantes...
Mas nada disso me responde como decifrar seus mistérios... E às vezes até me pergunto, terá você as respostas?
Seu olhar não traduz sentimentos e não deixa vestígios, parece não conectar com a sua... boca?! Será conctado com seu coração? Será, então, um problema tão comum na humanidade: o da dificuldade de comunicação? Ou será, assim, um problema raríssimo nos relacionamentos: a falta dele. Ou melhor, quem sabe, um problema da maioria dos homens: a dificuldade de pensar e se descobrir para, então, se mostrar.
Perguntas sem respostas, sincronia sem sintonia, sonhos sem realidade, começo sem fim. Perdida, eu quero achar, respostas que me levassem pra dentro de você, e dentro de você, me encontrar.
Olhar intrigante, sensual e impossível de não se perceber diferente.Você tem os olhos profundos, caídos no canto e profundos. Eles me hipnotizam, e de profundos me perco diversas vezes tentando decifrá-los.
Quando me perco, encontro o menino que me encantou aos 17 anos. Menino questionador diante de tantas coisas que a vida propagandeava e ainda não as conhecia. Daí me deparo com a menina, metida a mulher, que com você foi buscar as sensações da vida que os adolescentes procuram e quando encontram se tornam mais cúmplices, mais adultos, ou mais adolescentes...
Esse olhar mudou, o preenchimento e a cumplicidade ora dava espaço pro vazio ora dava espaço pra mais questionamentos. Agora mais profundos, mais adultos, mais inquietantes e muito menos acolhedor.
Quando me perco no seu olhar passam filmes na minha cabeça que não me ajudam a encontrar. A chuva, a toalha e o futebol; o “eu te amo” “vc não me ama, não sabe o que é o amor”; o “eu te amo e agora, eu sei”; o primeiro mês e São Francisco; o primeiro ano e o São Colorado; a goiabada com queijo; a 1a salada e o 1o suco; os sonhos e planos; a aventura no meio da Bahia; a aventura do outro lado do mundo; os beijos proibidos; os amores arrepiantes; as histórias excitantes; as loucuras errantes...
Mas nada disso me responde como decifrar seus mistérios... E às vezes até me pergunto, terá você as respostas?
Seu olhar não traduz sentimentos e não deixa vestígios, parece não conectar com a sua... boca?! Será conctado com seu coração? Será, então, um problema tão comum na humanidade: o da dificuldade de comunicação? Ou será, assim, um problema raríssimo nos relacionamentos: a falta dele. Ou melhor, quem sabe, um problema da maioria dos homens: a dificuldade de pensar e se descobrir para, então, se mostrar.
Perguntas sem respostas, sincronia sem sintonia, sonhos sem realidade, começo sem fim. Perdida, eu quero achar, respostas que me levassem pra dentro de você, e dentro de você, me encontrar.
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